segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Alergia ao Látex

Alergia ao Látex


A alergia ao látex é uma reação alérgica desencadeada pelo contato ou exposição a produtos derivados de borracha natural Este tipo de alergia acomete cerca de 4% da população mundial.
Látex é uma substância extraída da seiva da seringueira e encontrada na borracha natural e utilizado na indústria para o fabrico de inúmeros produtos, como balões usados em festas de aniversário, alguns tipos de brinquedos, chupetas e bicos de mamadeiras, luvas descartáveis, produtos hospitalares, camisinhas, materiais esportivos, etc.
No caso das luvas, a presença do pó usualmente nelas utilizado aumenta a exposição, já que partículas do látex podem aderir ao pó. Quando estas luvas são manipuladas, estas partículas ficam em suspensão no ar , podendo atingir os olhos, nariz, ou serem respiradas e provocar sintomas alérgicos.

Produtos contendo látex são muito comuns em ambientes hospitalares, em especial nas salas de cirurgia: aparelhos para vias aéreas (máscaras de inalação,cânulas, ambu, etc.), cateteres, luvas cirúrgicas, torniquetes, eletrodos, fitas adesivas, bandagens, drenos, borracha do sistema de soro, sondas para entubação, garrotes, etc.
A dermatite de contato não é causada pelo látex natural e sim pelos compostos usados na industrialização da borracha, como os aceleradores e antioxidantes.

Grupos de Risco :

A alergia a látex pode se manifestar em qualquer faixa etária. Estão mais propensas, por exemplo, pessoas expostas previamente ao agente como contato com as luvas usadas pelos cirurgiões, através de uso próprio ou por ter sofrido intervenções cirúrgicas prévias. Citam-se alguns grupos mais predispostos para desenvolver a reação alérgica:

* Crianças portadoras de alguns tipos malformações congênitas ,
* Profissionais da área de saúde,
* Trabalhadores da indústria da borracha,
* Pacientes submetidos a múltiplas cirurgias,
* Pacientes atópicos (rinite e asma).


Como se manifesta a alergia ao látex?

Este tipo de alergia pode ocorrer de diversas formas, desde manifestações leves até casos graves e fatais.

As manifestações mais comuns são:

* Na pele (Dermatite de contato, Urticária, Angioedema)
* No sistema respiratório (Asma, Rinite, Conjuntivite)
* Em setores variados do organismo (Anafilaxia)

Reações cruzadas com alimentos :

Um aspecto interessante da alergia ao látex é a presença de reações cruzadas com alguns tipos de alimentos, principalmente frutas, já que o látex é um produto vegetal e contém proteínas semelhantes. Cerca de 50% dos pacientes alérgicos ao produto, o são também a pelo menos uma fruta, geralmente banana, kiwi, abacate, maracujá, manga, abacaxi ou mamão.

Diagnóstico e tratamento :

O reconhecimento da alergia ao látex é feito pelo médico alergista de forma clínica, através da análise da história do paciente. Além disso, os testes cutâneos e a detecção da alergia no sangue irão complementar e confirmar o diagnóstico. O tratamento é feito através de medicações para corrigir os sintomas apresentados pelo paciente. Recomenda-se o afastamento do contato com o látex, embora seja muito difícil devido ao grande número de produtos contendo esta substância. Em alguns casos, a imunoterapia poderá ser útil.

Medidas preventivas:

- Reduzir o contato com o látex.
- Usar luvas sem látex e sem talco ( Ex : Luvas de Silicone )
- Substituir o látex por outros materiais polímeros sintéticos
- Existem camisinhas de borracha sintética que poderão ser indicadas pelo médico.

Língua Geográfica

Língua Geográfica


É uma lesão que afeta a língua, com o surgimento de placas lisas avermelhadas, levemente elevadas e com bordos esbranquiçados. O aspecto é de um desenho sobre a língua que lembra um mapa geográfico, dando origem ao seu nome.

Ocorre em cerca de 1 a 2% da população mundial, podendo ocorrer em qualquer idade, mas com certa predileção por crianças até 6 anos de idade. Não provoca desconforto e nem altera o paladar. Em alguns casos pode surgir ardor com alimentos condimentados ou frutas cítricas. É também chamada de glossite migratória benigna pois as placas podem desaparecer de um local da língua e reaparecer em outro. As lesões podem desaparecer por tempo variável para depois recidivar sem motivo aparente.

Ainda não se conhece a causa exata da língua geográfica. Observa-se relação com algumas condições, como por exemplo nas crianças alérgicas portadoras de asma, com situações de estresse, na psoríase. Entretanto, ainda não há um fator único estabelecido. Em 1996, dois autores chamados Strassburg et Knolle estudaram a língua geográfica e propuseram seria uma conseqüência de alteração no processo normal de descamação epitelial, ou seja, uma variante fisiológica do processo.


Para o seu diagnóstico,em geral, basta observar o aspecto da língua para fazer o diagnóstico, sendo rara a necessidade de exames adicionais ou de biópsia. A glossite migratória benigna pode durar poucos dias ou permanecer por anos, ficando restrita ao dorso da língua, mas em algumas pessoas pode atingir os bordos ou a base da língua. As lesões podem ser esmaecidas e discretas, mas em algumas pessoas pode ter bordos delimitados e elevados, assustando o paciente. O especialista está apto para confirmar o diagnóstico.

A língua geográfica é uma doença benigna, limitada e não costuma causar desconforto, sendo na maioria das vezes, limitada e sem gravidade, não havendo necessidade de tratamento.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Herpes Labial

O herpes labial é uma infecção vírica crónica caracterizada por vesículas (pequenas bolhas) dolorosas cheias de líquido em torno dos lábios, nariz e queixo.

O herpes labial é causado por um vírus conhecido como Vírus Herpes Simplex de tipo 1 ou HSV-1. O Vírus Herpes Simplex de tipo 1 não deverá ser confundido com o Vírus Herpes Simplex de tipo 2, o qual afecta maioritariamente os órgãos genitais.

É impossível eliminar o vírus por completo. As manifestações do HSV-1 alternam com os períodos em que o vírus permanece latente (adormecido) nas células nervosas. Não se sabe exactamente qual a causa de uma manifestação do HSV-1, mas pensa-se que determinados factores desencadeadores poderão estar na base dos episódios de herpes labial. Quando tal sucede, o vírus percorre o nervo até à superfície da pele, onde tenta replicar-se no núcleo das células. Em muitas pessoas, não surgem quaisquer sintomas, embora as células estejam infectadas. No entanto, nalguns casos, o processo de replicação do vírus destrói as células e causa pequenas bolhas ou vesículas na pele. Após a formação do herpes, o vírus regressa ao corpo.

Estudos realizados demonstram que 80% da população é portadora do HSV-1. Por outro lado, quase 90% dos indivíduos maiores de 30 são portadores do vírus. 20% dos infectados sofre episódios regulares de herpes labial*. Pensa-se que o HSV-1 é contraído sobretudo durante a infância. Uma vez infectada, uma pessoa pode sofrer de episódios regulares de herpes labial durante o resto da vida.

O vírus HSV-1é muito contagioso. Costuma propagar-se por meio do contacto físico, tal como abraços e beijos, mas também pode transmitir-se através da partilha de bebidas, por exemplo. O vírus transmite-se desde a fase inicial do herpes, em que sente ardor e prurido, até à fase da cicatrização, quando a crosta desaparece. O vírus pode transmitir-se através de uma pessoa infectada, mesmo que ela não apresente os sintomas. Embora o HSV-1 tenda a atacar os lábios, nariz ou queixo, pode ser transmitido a outras partes do corpo, incluindo os olhos, os dedos e os órgãos genitais.

Causas :

As manifestações do HSV-1 alternam com os períodos em que o vírus permanece adormecido em células nervosas, denominadas de gânglios. Não se sabe exactamente qual a causa de uma manifestação do HSV-1, mas entre os factores desencadeadores poderão contar-se:

Exposição ao sol
Stress
Temperaturas baixas
Febre
Constipação/Gripe
Fadiga
Alterações hormonais
Menstruação



As várias fases de um episódio de herpes labial

Este gráfico ilustra as fases típicas de um surto de herpes labial que dura 12 dias. Alguns surtos poderão ser mais ou menos longos que o demonstrado.

1ª Fase – Fase do prurido :

Esta fase inicial é caracterizada por uma sensação de ardor e prurido em torno dos lábios ou nariz.

2ª Fase – Fase da bolha :

Um ou dois dias depois, surge o primeiro sinal visível de um grupo de pequenas bolhas.

3ª Fase - Fase de ulceração :


Esta fase caracteriza-se pelo rebentamento das bolhas, deixando uma ulceração avermelhada de pouca profundidade. Trata-se da fase mais dolorosa e contagiosa.

4ª Fase – Fase da ferida/crosta :

Forma-se uma ferida seca com crosta castanha. Se a crosta se descolar, a ferida sangra e o doente sente prurido e ardor.

5ª Fase – Fase de cicatrização :

Se se verificar a formação de uma crosta, esta desaparecerá durante o processo de cicatrização.

Conselhos acerca do Herpes Labial :

1. Não toque na ferida

Se sofrer de herpes labial, evite o toque, pois existe o risco de:

Transmissão
O vírus HSV-1é muito contagioso. Pode propagar-se desde a fase inicial do herpes, em que sente formigueiro e prurido, até à fase de cicatrização, quando a crosta desaparece.
O vírus pode transmitir-se por meio de:
Contacto físico como beijos e abraços entre a pessoa infectada e uma pessoa não infectada.
Auto-inoculação: ocorre quando o vírus se propaga de uma parte do corpo para outra por meio dos dedos, por exemplo.
Objectos infectados: tais como copos, garrafas, roupa e escovas de dentes recém-utilizadas por uma pessoa infectada.
Infecção secundária: Pode agravar uma manifestação da infecção, podendo resultar num problema mais grave.

2. Lave as mãos

Se tocar no herpes, lave as mãos imediatamente depois. Em casos raros, as pessoas infectadas com herpes podem contaminar os olhos, condição potencialmente muito perigosa. Tenha especial cuidado, se utilizar lentes de contacto.

3. Evite os beijos e partilhar bebidas

Durante um episódio, o vírus HSV-1 pode transmitir-se facilmente de uma pessoa para outra através de beijos ou da partilha de uma bebida.

Tratamento do herpes labial :


Não existe tratamento conhecido que elimine totalmente o vírus HSV-1.

Os tratamentos mais comuns à venda no mercado são pomadas destinadas ao tratamento do vírus. Mesmo com a pomada anti-vírica mais eficaz, é difícil tratar o vírus, pois após a formação do herpes, o vírus retrocede para o seu local de origem. É impossível eliminar o vírus por completo. Assim sendo, uma abordagem diferente é controlar o herpes labial tratando os sintomas como se se tratasse de uma ferida.
Os utilizadores de pomadas poderão debater-se com os seguintes problemas.

1. As pomadas não ocultam os sinais visíveis de um episódio de herpes.
2. As pomadas não previnem o risco de contágio e infecção secundária.
3. As pomadas não previnem dos efeitos que o movimento labial tem na mesma.



A utilização de imunoterapia específica para Herpes Tipo 1 e 2 já existe.Apesar de uma inovação médica,os resultados são ótimos e os pacientes tiveram redução da frequência da sintomatologia e melhora do quadro clínico geral. Procure um Alergologista para maiores informações.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Herpes Genital

O herpes genital é uma doença sexualmente transmissível causada pelo vírus herpes simplex tipo 1 (HSV-1) e tipo 2 (HSC-2). A maior parte dos casos de herpes genital é causada pelo tipo 2. A infecção genital do tipo 2 é mais comum nas mulheres provavelmente porque a transmissão homem-para-mulher seja mais provável do que mulher-para-homem.

A maioria das pessoas não tem sintomas da infecção ou eles são moderados. Quando os sintomas ocorrem, eles tipicamente aparecem como bolhas nos genitais e reto, ou ao redor. A bolhas estouram, deixando feridas que podem levar de duas a quatro semanas para sarar na primeira vez que ocorrem. Geralmente outra erupção pode aparecer semanas ou meses depois da primeira, mas quase sempre é menos severa e dura menos tempo. Embora a infecção possa ficar no corpo indefinidamente, a quantidade de erupções tende a diminuir no período de anos.


Os vírus da herpes podem ser encontrados e soltos nas feridas que eles causam, mas também podem ser liberados por erupções na pele que não parecem estar estouradas ou feridas. Geralmente a pessoa só pode contrair infecção do vírus tipo 2 durante contato sexual com alguém que tenha infecção genital por esse vírus. A transmissão também pode acontecer via parceiro sexual que não tem feridas visíveis e pode não saber que está infectado.

O HSV-1 (tipo 1) também pode causar herpes genital, porém mais comumente causa infecções na boca e lábios. As erupções genitais do HSV-1 ocorrem com menos freqüência do que as do HSV-2.

A maioria das pessoas com HSV-2 não sabe que está infectada. Porém, se os sintomas ocorrerem, a primeiras erupção pode ser bem pronunciadas. A primeira erupção geralmente acontece dentro de duas semanas depois da transmissão do vírus e as feridas tipicamente saram entre 2-4 semanas. Outros sintomas durante o primeiro episódio podem incluir um segundo florescimento de feridas e sintomas semelhantes à gripe, incluindo febre. Porém, a maioria das pessoas com infecção de HSV-2 pode nunca ter feridas, ou ter sintomas tão leves que nem nota ou confunde com picada de insetos ou outro problema de pele.
A maioria das pessoas que tiveram o primeiro episódio de erupções causadas pela herpes genital pode esperar que elas se repitam (geralmente 4 ou 5) durante o ano. Ao passar do tempo geralmente essas recorrências diminuem de freqüência.

O herpes genital pode causar feridas dolorosas recorrentes em muitos adultos, e pode ser severa em pessoas com o sistema imunológico enfraquecido. Independentemente da severidade dos sintomas, herpes genital freqüentemente causa problemas psicológicos nas pessoas infectadas.
Adicionalmente, herpes genital pode causar infecção potencialmente fatal em bebês. É importante que a mulher evite contrair herpes durante a gravidez porque um primeiro episódio enquanto estiver grávida é de grande risco de transmissão para o bebê. Se a mulher tiver o herpes genital ativo durante o parto, geralmente opta-se pela cesariana. Afortunadamente, infecções de herpes passadas das mães para os bebês são raras.
Herpes pode ter influência na disseminação do HIV, o vírus que causa AIDS.
Herpes pode tornar a pessoa mais susceptível à infecção do HIV. Pessoas com herpes e HIV também têm maior probabilidade de transmitir o vírus da AIDS.
Tratamento :
Não há tratamento que cure herpes, porém medicamentos antivirais podem diminuir e prevenir as erupções. Adicionalmente, terapia diária de repressão ao herpes sintomático pode reduzir o risco de transmissão para o parceiro sexual.
Prevenção :
O método de prevenção mais seguro para evitar qualquer doença sexualmente transmissível, incluindo herpes genital, é abster-se de contato sexual ou ter um relacionamento monogâmico de longo prazo com um parceiro testado que sabe-se não estar infectado.
Ulceração pode acontecer nas áreas genitais de homens e mulheres não cobertas pelo preservativo de látex. Desta forma, o uso correto e consistente de preservativo de látex somente pode reduzir o risco de transmissão do herpes genital quando envolve toda a área infectada. Uma vez que o preservativo pode não cobrir toda área de infecção, até mesmo o seu uso correto e consistente não garante proteção contra herpes genital.
Pessoas com herpes genital não devem ter relações sexuais com parceiros não infectados quando as lesões e outros sintomas estiverem presentes. É importante saber que mesmo que a pessoa não apresente sintomas ela ainda assim pode infectar seu parceiro sexual, desta forma ele deve ser alertado do risco. O parceiro sexual de uma pessoa com herpes genital pode procurar fazer teste de sangue para determinar se foi infectado.


A utilização de imunoterapia específica para Herpes Tipo 1 e 2 já existe.Apesar de uma inovação médica,os resultados são ótimos e os pacientes tiveram redução da frequência da sintomatologia e uma melhora do quadro clínico geral. Procure um Alergologista para maiores informações.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Hiperidrose

A transpiração excessiva também é chamada de hiperidrose ou hiper-hidrose.

ETIOLOGIA DA SUDORESE EXCESSIVA :

O suor excessivo é uma condição anormal de hiperatividade do Sistema Nervoso Simpático, regulada pelo Centro Sudomotor Cerebral, que estimula as glândulas sudoríparas de determinadas áreas do corpo.

FISIOPATOLOGIA :

O paciente com hiperidrose sua muito além da necessidade para a regulação da sua temperatura, e embora não se conheça exatamente o mecanismo ou as causas pelas quais isto ocorre, em alguns indivíduos o suor intenso nas mãos, nos pés, nas axilas ou na face torna-se incontrolável, acompanhado de rubor facial, sentimento de embaraço e, freqüentemente, de uma forte ânsia de escapar da situação que os originou.Todo este quadro caracteriza uma situação denominada "fobia social".Nestas ocasiões existe um aumento da atividade do sistema nervoso simpático, que faz parte do chamado sistema nervoso autônomo sobre o qual não temos controle.

OCORRÊNCIA NA POPULAÇÃO :

A hiperidrose se manifesta em geral na infância e adolescência, ocorre em cerca de 1% da população e, em algumas vezes, pode acometer vários membros de uma família.

PRINCIPAIS ÁREAS AFETADAS :

As áreas do corpo mais freqüentemente afetadas são as mãos (hiperidrose palmar), os pés (hiperidrose plantar), as axilas (hiperidrose axilar), a face e o couro cabeludo (hiperidrose craniofacial).Outras áreas no tronco também são comumente afetadas, com diferentes combinações de severidade e localização.

OS SINTOMAS :

A hiperidrose é constrangedora e desconfortável causando problemas no campo afetivo-pessoal e do convívio social.
As mãos molhadas pingam de suor e levam as pessoas a evitar os cumprimentos com apertos de mãos, a namorar, a manusear papéis, máquinas, equipamentos e computadores. Devido ao constrangimento das mãos suadas, necessitam enxugá-las freqüentemente e por vezes disfarçadamente.
Os pés quase sempre molhados acumulam sujeira e impossibilitam o uso de sandálias de salto alto e de dançar.
O (embaraço) constrangimento social é evidente quando as axilas molhadas de suor encharcam a camisa, a blusa o vestido e o paletó.
O desempenho de determinadas profissões torna-se difícil, principalmente aqueles que dependem de trabalhos manuais ou de uma boa apresentação social.
As oportunidades profissionais são perdidas ou recusadas.
O medo de viver essas situações pode levar a um isolamento progressivo, resultando inclusive em depressão.
As medidas objetivas da sudorese e do rubor facial são difíceis de serem quantificadas, portanto, a opção pelo tratamento cirúrgico depende inteiramente do desejo do paciente.

FATORES DESENCADEANTES :

A hiperidrose pode estar relacionada ao calor, emoções ou relacionamento social (estresse social), entretanto pode ocorrer de modo inesperado, ou seja, sem razão aparente.

TRATAMENTOS :

Em todo mundo já foram tentados inúmeros tratamentos não-cirúrgicos para a hiperidrose, mas todos de efeito temporário ou mesmo nulo. Apenas o procedimento cirúrgico é considerado definitivo.


APLICAÇÕES TÓPICAS :

Tratamentos dermatológicos com soluções ou cremes adstringentes aplicados nas mãos e axilas, podem ser eficientes em casos leves.Outras fórmulas anidróticas para uso tópico têm sido utilizadas sem o resultado satisfatório como o cloreto de alumínio, o formaldeído e seus derivados (glutaraldeído), e o bicarbonato de sódio.

MEDICAMENTOS :

As drogas que diminuem o suor são chamadas de anticolinérgicas.Às vezes, a redução da transpiração excessiva, apresenta efeitos colaterais desagradáveis, como boca seca e dificuldades visuais, o que impossibilita seu uso por longos períodos de tempo.Tratamentos homeopáticos, ortomoleculares ou alternativos são ineficazes.

INJEÇÕES INTRADÉRMICAS :

Injeções locais de "Botox" têm efeitos transitórios com duração de quatro a seis meses.O uso é limitado a áreas de pequena extensão, o que é raro na hiperidrose.São necessárias cerca de 50 aplicações (injeções) em cada mão e além disso, o produto é muito caro.

IONTOFORESE :

Uma pequena corrente elétrica denominada iontoforese eletrônica é aplicada com solução salina nas regiões afetadas. O tratamento é diário e prolongado, com resultados temporários ou insatisfatórios.

PSICOTERAPIAO :

Tratamento psicológico ou o uso de sedativos ansiolíticos podem auxiliar a reduzir o rubor facial e as fobias, mas agem muito pouco na hiperidrose. Em geral, esses indivíduos passam muito tempo procurando ajuda, muitas vezes sem encontrá-la de maneira correta.Como é comum confundir o problema com algo associado a um desequilíbrio emocional, perambulam em consultórios psicológicos, psiquiatras ou se submetem a variadas "simpatias".

RESSECÇÃO CIRÚRGICA DAS GLÂNDULAS SUDORÍPARAS :

A ressecção ou lipoaspiração das glândulas sudoríparas sob a pele pode apresentar problemas de cicatrização.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Asma é sempre igual ?

Não, nem toda asma é igual!

A asma, também chamada de bronquite asmática, bronquite alérgica ou simplesmente bronquite, manifesta-se por crises de chiado, tosse e falta de ar.No entanto, a doença pode se modificar de acordo com a causa que está envolvida na provocação das crises. Por isso, pode assumir vários padrões clínicos, tais como:

- Asma por alergia a inalantes (ácaros): é o tipo mais freqüente. As crises em geral não são intensas, mas costumam ser repetidas ou até diárias, em especial nos meses de outono e inverno. Ocorre mais em pessoas alérgicas, sendo comum a associação com a Rinite. Em geral, há história de outros casos de alergia na família e os testes cutâneos são positivos para ácaros e para poeira domiciliar.

- Asma por alimentos: é mais comum em crianças pequenas, nos primeiros meses ou anos de vida, sendo o leite de vaca o mais freqüente provocador de crises. Em geral, ocorre muita secreção (catarro) tanto nos pulmões como nasal, com roncos e ruídos borbulhantes e poucos sibilos (chiados). Acompanha-se de sintomas gastrointestinais, como cólicas, vômitos, etc. melhora com a suspensão do leite e seus derivados da dieta infantil.

- Asma por infecção viral: pode ocorrer em lactentes e idosos, com crises intensas e graves. Gripes e resfriados são causas ou agravadores de crises de asma. Por isso é recomendada a vacina para gripe nas pessoas portadoras de alergia respiratória, em qualquer idade.

- Asma Mista: é aquela onde se associam fatores alérgicos (ácaros) e infecção causada por vírus nas vias respiratórias. As crises costumam ser fortes e graves.

- Asma por Sinusite: neste caso, a sinusite surge como uma complicação da rinite e atua como agente agravador da asma.

- Asma por medicamentos: Aspirina, Antinflamatórios e Analgésicos são os medicamentos mais implicados como causadores de crises de asma, sendo mais comum em adultos. Remédios para tratamento da hipertensão arterial também podem provocar crises, como é o caso dos betabloqueadores.Até mesmo colírios para tratar glaucoma que contém betabloqueadores são capazes de provocar asma. As crises são graves e respondem mal ao tratamento habitual.

- Asma por Refluxo: os sintomas são provocados pela presença de refluxo gastro-esofágico, sendo mais comum em crianças pequenas (em especial aquelas que usam mamadeira) e nos idosos. As crises ocorrem durante a noite, havendo relato de uma refeição volumosa no jantar ou de crianças que mamam deitadas ou que deitam logo após a mamada. A pessoa tende a acordar no meio da noite, com sensação de sufocação, tosse, falta de ar e chiado. Nem sempre os sintomas do refluxo (azia, dor na barriga, arrotos, enjôo ou vômito) estarão presentes.

- Asma por fatores emocionais: emoções fortes, estresse e fatores psicogênicos podem provocar crises em pessoas portadoras de asma. A própria asma provoca o fator emocional, por se tratar de doença sujeita a internações, atendimentos em emergência e sensação de morte. Contudo, a forma com que o fator emocional influencia na doença é muito individual. Em alguns casos poderá haver necessidade de tratamento psicológico especializado.

- Asma por mudança de tempo: frio e umidade são combinações que podem favorecer crises de asma em pessoas alérgicas, sendo o mais importante “gatilho” no inverno. Sabe-se que estas variações climáticas atuam sobre o sistema neurovegetativo provocando asma e rinite. Por outro lado, estas variações propiciam resfriados, que também são “gatilhos” de crises.

- Asma por alterações hormonais: são várias as situações onde os fatores hormonais podem provocar crises de asma: gravidez, menstruação, menopausa e ainda em períodos pré menstruais. Da mesma forma pode ocorrer em decorrência do uso de medicamentos para reposição hormonal e de anticoncepcionais.

- Asma profissional (ou ocupacional): neste caso as crises surgem relacionadas com ambiente e com o tipo de trabalho da pessoa.

- Asma por exercícios físicos: crises podem ser desencadeadas por esforço físico, sendo mais comum quando a atividade física é realizada em ambientes frios e secos.

- Asma por fatores irritantes: alguns fatores têm a capacidade de provocar irritação das vias respiratórias (fumaça, poluição, cheiros fortes) e provocar crises de asma. A fumaça do cigarro é a causa mais comum de irritação e piora da asma, em especial nas crianças que convivem com pais ou parentes fumantes.

Na realidade, os diferentes tipos de asma podem se misturar em uma mesma pessoa, dependendo do momento. Por exemplo, uma mulher portadora de asma pode engravidar e mudar o padrão da doença durante a gestação. Ou uma pessoa idosa pode estar com sua asma controlada e iniciar crises com o uso de um inocente colírio para tratar um glaucoma.

Mas, de todas as formas, o mais significativo padrão é a asma por alergia a ácaros (inalantes), que pode interferir com todos os outros tipos de asma.

Texto retirado do Blog da Alergia. Contando sempre com o apoio dos meus amigos e professores da Policlínica Geral do Rio de Janeiro

Proteção Solar / 10 Dicas


Aproveite o melhor do sol protegendo sua pele!
O sol é o principal responsável pelo envelhecimento da pele e pelo surgimento do câncer. Especialmente durante o verão, devido às férias, ficamos mais tempo ao ar livre e expostos ao sol, aumentando o risco de queimaduras solares. Exatamente nesta época, o ultravioleta B, principal causador do câncer da pele, apresenta maior intensidade, por isso, todos os cuidados devem ser tomados para evitar a ação danosa do sol.
Seguindo as orientações abaixo, você poderá aproveitar o melhor do sol protegendo sua pele:
1. Evite exposições prolongadas e repetidas ao sol. Queimaduras solares acumuladas durante a vida predispõem ao câncer da pele.
2. Evite se expor ao sol nos horários próximos ao meio-dia. O horário entre 10 e 16 horas tem grande incidência de raios ultra-violeta B, principais responsáveis pelo surgimento do câncer da pele. Procure a sombra neste período.
3. O bronzeamento ocorre gradativamente, após os primeiros dias de exposição. A pele leva 48 a 72 horas para produzir e liberar a melanina, pigmento que dá cor à pele. Portanto, não adianta querer se bronzear em um só dia. Ficar muito no sol não vai acelerar este processo. Você só vai se queimar e as queimaduras promovem danos irreversíveis para a pele.
4. Use sempre barracas de praia, bonés, viseiras ou chapéus. Cerca de 70% dos cânceres da pele ocorrem na face, proteja-a sempre. Não se esqueça de proteger os lábios e as orelhas. As barracas devem ser grossas, para bloquear bem a passagem do sol.
5. Aplique generosamente o filtro solar, 20 a 30 minutos antes de sair ao sol. Este é o tempo necessário para a estabilização do protetor solar na pele, de modo que sua ação ocorra com maior eficácia. Faça isso de preferência em casa, sem pressa. Lembre-se de reaplicar o filtro a cada 2 horas ou após mergulhar.
6. Use filtro solar com FPS 15 ou maior. FPS é a abreviação de Fator de Proteção Solar e significa que usando um filtro com fps=15 sua pele levará 15 vezes mais tempo para ficar vermelha do que sem proteção. Pessoas de pele muito clara ou que tenham sardas, devem usar filtros com FPS 25 ou maior para garantir uma melhor proteção.
7. Peles claras e pessoas ruivas exigem maiores cuidados, pois são mais propensas ao câncer da pele. Pessoas de pele muito clara raramente se bronzeiam, portanto não insista em querer se bronzear, você só vai se queimar e danificar sua pele.
8. Mormaço também queima. Não se engane. Mesmo nos dias nublados, até 80% da radiação ultravioleta pode atravessar as nuvens e chegar à Terra. Portanto, use filtros solares também nestes dias.
9. Filtro solar deve ser usado diariamente. Se você se expõe ao sol diariamente, mesmo que não seja na praia, use filtro solar nas áreas expostas para evitar o dano solar que se acumula durante os anos de vida.
10. A proteção das crianças é responsabilidade dos pais! Proteja as crianças e estimule os adolescentes a se protegerem. Este é um hábito que deve ser formado desde cedo. Cerca de 75% da exposição solar acumulada durante a vida ocorre até os 20 anos de idade, sendo muito importante a proteção solar nesta época da vida.

Dicas Úteis

Cuidados com a pele ressecada e/ou descamativa:

-não tome banhos muito quentes, eles retiram a oleosidade natural da pele.
-evite se ensaboar demais e não use bucha, isso retira a hidratação natural da pele. Prefira sabonetes suaves, "hidratantes".
-se tomar 2 banhos por dia, ensaboe o corpo todo em apenas 1 deles. No outro, só ensaboe as áreas de dobra de pele (axilas, regiões inguinais e nádegas).
-logo após o banho, com a pele ainda úmida, use um hidratante nas áreas ressecadas. Procure um dermatologista para saber qual o hidratante mais indicado para sua pele.
-beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.

Cuidados com a pele oleosa:

-evite usar hidratantes nas áreas de pele oleosa, eles raramente são necessários. Mesmo se logo após o banho, a pele parece ressecada, em pouco tempo a oleosidade natural vai retornar.
-evite lavar a face com água quente, pois isso estimula a produção de mais oleosidade.
-evite alimentos gordurosos.
-beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.
-só use filtros solares ou cosméticos com o rótulo oil free (sem óleo).
-se, além de oleosa, a pele descama ou fica avermelhada ou com coceira, procure um dermatologista, você pode estar com dermatite seborréica.

Cuidados com os cabelos oleosos:

-evite usar condicionadores próximo à raiz dos cabelos ou xampus que contenham condicionadores na sua fórmula (2 em 1).
-evite lavar a cabeça com água quente.
-evite alimentos gordurosos e bebida alcoólica.
-beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.
-cuidado com o estresse, ele pode aumentar a produção de oleosidade.
-se além da oleosidade tem caspa e coceira, pode ser a dermatite seborréica. Neste caso, procure um dermatologista para o correto diagnóstico e tratamento.

Cuidados com os cabelos ressecados e com pontas duplas:

-use condicionadores após o xampu.
-use regeneradores de pontas após o banho.
-evite pentear frequentemente os cabelos.
-evite fazer escova.
-evite o calor intenso dos secadores.

Cuidados com as unhas:

-não corte as unhas até o "sabugo", deixe sempre uma pequena porção da borda livre.
-não corte as unhas dos pés pelos cantos, isso evitará que elas encravem.
-não retire ou afaste as cutículas, elas protegem a matriz ungueal da ação de substâncias químicas e/ou microorganismos.
-evite usar endurecedores de unha, eles podem causar ressecamento e manchas.
-evite deixar as mãos úmidas por muito tempo. A umidade excessiva favorece o surgimento de micoses como o "unheiro".
-deixar de usar esmaltes durante 1 semana por mês, usando um hidratante com uréia neste período, ajuda a evitar o ressecamento e desfolhamento das unhas.
-qualquer alteração como bordas desfolhando ou quebrando, manchas, descolamento ou espessamento da unha, procure um dermatologista para o correto diagnóstico e tratamento.

Como evitar o envelhecimento e o câncer da pele?

A exposição prolongada e repetida da pele ao sol causa o envelhecimento cutâneo além de predispor a pele ao surgimento do câncer. Tomando-se certos cuidados, os efeitos danosos do sol podem ser atenuados. Aprenda a seguir como proteger sua pele da radiação solar.

-use sempre um filtro solar com fator de proteção solar (FPS) igual ou superior a 15, aplicando-o generosamente pelo menos 20 minutos antes de se expor ao sol e sempre reaplicando-o após mergulhar ou transpiração excessiva.
-use chapéus e barracas grossas, que bloqueiem ao máximo a passagem do sol. Mesmo assim use o filtro solar pois parte da radiação ultra-violeta reflete-se na areia atingindo a sua pele.
-evite o sol no período entre 10 e 15 horas.
-a grande maioria dos cânceres de pele localizam-se na face, proteja-a sempre. Não esqueça de proteger os lábios e orelhas, locais comumente afetados pela doença.
-procure um dermatologista se existem manchas na sua pele que estão se modificando, formam "cascas" na superfície, sangram com facilidade ou feridas que não cicatrizam.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Esclerodermia

É uma doença auto-imune (o próprio organismo agredindo suas estruturas) na qual ocorre o endurecimento da pele, que se torna espessada, lisa e sem elasticidade. O nome esclerodermia deriva-se do grego, que significa “pele dura”. Existem variedades que acometem somente a pele e uma forma que acomete a pele, vasos sanguíneos e órgãos internos.


Manifestações clínicas :

A esclerodermia pode se manifestar de mais de uma forma. Os tipos que apresentam somente alterações cutâneas recebem denominações de acordo com o formato e extensão das lesões. As lesões formam áreas de pele endurecida, de superfície lisa, sem pêlos e cor de marfim.

Localizam-se no tronco, nos membros superiores ou nos membros inferiores. Podem se manifestar das seguintes formas:
*em gotas: as lesões são bem pequenas, do tamanho de gotas.
*em placas ou morfea: as lesões são maiores, arredondadas ou ovais.
*linear ou em faixa: as lesões são alongadas e unilaterais. A esclerodermia linear que ocorre na fronte e couro cabeludo é conhecida como esclerodermia “em golpe de sabre” devido à descrição histórica da semelhança com a cicatriz de um ferimento provocado por um sabre.
*segmentar: também é unilateral, porém áreas maiores são acometidas. A pele fica aderida às estruturas profundas, com comprometimento do músculo, provocando deformidade na região afetada, que pode ser a face, membros superiores ou inferiores.
*generalizada: cursa com diversas lesões distríbuidas pela pele.

O tipo que acomete a pele e órgãos internos é conhecido como Esclerose Sistêmica Progressiva. Além do endurecimento difuso da pele ocorrem alterações dos vasos sanguíneos, dos músculos, das articulações, do tubo gastro-intestinal, do coração, dos pulmões e dos rins. O endurecimento progressivo da pele pode levar à dificuldade de realizar movimentos simples, como fechar as mãos ou dobrar os braços.

Uma manifestação clínica bastante característica desse tipo é a coloração violácea que ocorre nas mãos e nos pés, devido a diminuição da irrigação sanguínea, conhecida como Fenômeno de Raynaud.

Tratamento :

O tratamento das formas restritas à pele é realizado com a aplicação de medicamentos locais através de massagens ou infiltrações. Nas formas que apresentam deformidades é importante a fisioterapia para evitar o comprometimento dos movimentos. Nas formas generalizadas são necessários medicamentos orais.

A Esclerose Sistêmica Progressiva geralmente é tratada pelo reumatologista ou clínico geral devido ao envolvimento dos órgãos internos. São empregados medicamentos de uso interno, que podem acarretar efeitos colaterais importantes e que exigem um médico com experiência no seu uso.

Para evitar o Fenômeno de Raynaud deve-se manter as extremidades aquecidas com luvas e meias e evitar lavar as mãos com água fria.

Ictiose Vulgar

Doença de origem genética (genodermatose) que tem como característica principal o ressecamento e a descamação da pele.

As manifestações costumam aparecer após o nascimento, geralmente no primeiro ano de vida. Pode apresentar-se apenas com ressecamento da pele e descamação fina ou com intensa descamação, formando escamas grandes, de aspecto geométrico.

As áreas mais atingidas são os membros, podendo atingir também face e couro cabeludo. As palmas das mãos e as plantas dos pés podem estar espessadas (hiperceratose), com acentuação dos sulcos. As áreas de dobra de pele (joelhos, cotovelos...) geralmente são poupadas. Pode haver a formação de ceratose folicular (pontos espessados nas aberturas dos folículos pilosos) em algumas regiões.

A doença tende a regredir ou diminuir os sintomas com o passar dos anos.

Tratamento :

Por ser uma doença genética, não existe um tratamento que a elimine definitivamente. O objetivo é combater o ressecamento da pele. O frio intenso é prejudicial e deve ser evitado. Os banhos devem ser mornos e deve-se evitar o uso excessivo de sabões. Hidratantes potentes devem ser utilizados logo após o banho, de modo a reter a umidade da pele e a indicação do tipo mais adequado deve ser feita por um médico dermatologista.