Para a barba não aumentar, não se deve raspar todo dia?
Mito. Raspar a barba todo dia não vai estimular o crescimento de novos pêlos nem engrossar os que já existem pois isso não afeta a raiz do pêlo, responsável pelo seu desenvolvimento.
Depilação com cera provoca flacidez na pele?
Mito. A retirada dos pêlos por depilação não interfere nas fibras colágenas e elásticas da pele e, portanto, não provoca a flacidez.
Depilação com roll-on ou cera quente causa varizes?
Mito. As varizes são formadas devido a uma alteração das veias das pernas, dificultando o retorno do sangue venoso para o coração e aumentando a pressão dentro dos vasos. A depilação não interfere neste processo.
Raspar os pêlos faz com que eles fiquem mais grossos ou cresçam mais?
Mito. Nada que se faça com a haste do pêlo muda a sua característica. A impressão de que o pêlo engrossa deve-se ao fato de que ele foi cortado no meio da haste, onde é mais grosso que na ponta do fio. Se fosse assim, ninguém ficaria calvo, era só raspar a cabeça que os cabelos voltariam a crescer fortes e grossos.
Quanto mais se depila, menos pêlos crescem?
Mito. A retirada dos pêlos por depilação não impede o seu crescimento. Isto só aconteceria se, durante a depilação, o bulbo piloso, que forma o pêlo, fosse destruído
Uma espinha espremida pode virar câncer da pele?
Mito. Espinhas não devem ser espremidas, mas isso não origina o câncer da pele. Muitas pessoas espremem lesões que já eram um câncer da pele, pensando ser uma espinha. As lesões evoluem e, quando vão ao médico e recebem o diagnóstico, pensam que foi porque espremeram a "suposta" espinha.
A alimentação tem influência sobre as espinhas?
Verdade. Apesar de não ser a causa das espinhas, estudos recentes comprovaram que a alimentação pode influir no curso da doença. É possível ocorrer uma piora das lesões com a ingestão de alimentos como: chocolate, leite e derivados, amendoins e dietas de alto teor glicídico (açúcares). No entanto, isso só vai acontecer nas pessoas que tem a predisposição genética para a doença. Portanto, se você percebe que suas espinhas pioram com determinados alimentos, evite-os.
Masturbação causa espinhas?
Mito. O surgimento das espinhas ocorre na mesma época em que os jovens descobrem a sexualidade e a masturbação. Vem daí a crença.
O sol melhora as espinhas?
Mito. Apesar de ocorrer uma aparente melhora, devido ao bronzeamento e ao ressecamento de algumas lesões, a exposição ao sol acabará provocando uma piora alguns dias depois, devido ao aumento da produção de oleosidade e da espessura da epiderme (camada mais superficial da pele), o que contribui para a obstrução dos poros.
Os furúnculos são uma doença do sangue?
Mito. Os furúnculos são causados por uma bactéria da própria pele, que invade o folículo piloso causando a infecção.
Os furúnculos sempre voltam? Quem teve um, vai ter outros?
Mito. Os furúnculos podem ocorrer de forma repetitiva (furunculose de repetição) ou em um episódio isolado. A pessoa que teve um furúnculo pode não ter outro nunca mais.
Lavar a cabeça todos os dias apodrece a raiz dos cabelos levando à sua queda?
Mito. A lavagem diária dos cabelos não interfere com os bulbos capilares. Os fios que caem durante a lavagem cairiam de qualquer forma, em outro momento, pois já estavam em fase de queda.
Lavar a cabeça com água quente faz cair os cabelos?
Mito. No entanto, em pessoas que apresentam dermatite seborréica, deve-se evitar a água quente, que estimula a produção de oleosidade, podendo piorar a doença e favorecer a queda dos cabelos.
Usar boné faz cair os cabelos?
Mito. O uso do boné não faz cair os cabelos mas pode, em algumas pessoas que não tiram o boné da cabeça o dia inteiro, agravar condições como a dermatite seborréica, favorecendo a queda dos cabelos.
Condicionador pode causar a queda dos cabelos?
Mito. Em pessoas sem tendência à queda de cabelo o condicionador não causará a queda dos mesmos. Entretanto, em pessoas com dermatite seborréica e queda de cabelo, deve-se evitar que o condicionador atinja o couro cabeludo, usando-o apenas nos fios pois, nestes casos, o produto pode agravar a dermatite seborréica e favorecer a queda.
O uso frequente de tintura pode estragar os cabelos?
Verdade. O uso continuado de produtos químicos para o tingimento dos cabelos pode afetar a haste do fio causando a perda do brilho e da resistência.
O uso frequente de tintura faz cair os cabelos?
Mito. O uso da tintura afeta apenas a haste do fio, não interferindo com a raiz do pêlo, responsável pelo seu crescimento.
Caspa é sinal de sujeira?
Mito. A caspa é um dos sintomas da dermatite seborréica, e não significa que as pessoas tenham maus hábitos de higiene.
Seborréia e caspa não tem cura?
Mito. Não existe uma medicação que elimine definitivamente a caspa ou a seborréia, mas a doença pode ser mantida sob controle, obtendo-se a cura clínica através do uso de certos medicamentos.
Lavar os cabelos menstruada faz mal à saúde?
Mito. Não há a menor problema entre estar menstruada e lavar os cabelos, não causa absolutamente nenhum mal à saúde.
Cortar o cabelo estando a cliente ou a cabelereira menstruada, deixa o cabelo com fios grossos, queda acentuada ou até muda o tipo de lisos para cacheados e vice-versa?
Mito. Não existe o menor fundamento para tal fato. Cortar o fio do cabelo não interfere em nada com o seu crescimento nem provoca a sua alteração, independente da mulher estar menstruada ou não.
Colocar anticoncepcional no shampoo faz os cabelos crescerem mais rápido?
Mito. O uso de hormônios femininos não faz os cabelos crescerem mais rápido, muito menos desta maneira pois, a absorção dos hormônios, se ocorrer, será mínima.
Os cabelos cortados durante a época da lua cheia e crescente crescem mais?
Mito. O corte dos fios, que são estruturas compostas por células mortas, não interfere de forma alguma com o crescimento dos cabelos.
Os cabelos devem ter as pontas cortadas para ganhar força?
Mito. A crença vem da correlação com a poda das plantas. A diferença é que os galhos das plantas crescem pelas pontas, que são vivas. Já os fios de cabelos crescem pela raiz. As pontas são mortas e o corte não vai interferir com o crescimento.
Depois do parto os cabelos caem por causa da anestesia?
Mito. Não é a anestesia a causa e sim o próprio parto (ou outro tipo de estresse físico ou emocional) que provoca uma queda intensa de cabelos cerca de 2 a 4 meses após o evento desencadeante. Chama-se eflúvio telógeno e estes pêlos voltarão a crescer normalmente depois de algum tempo.
Pintar o cabelo desde cedo favorece o surgimento de cabelos brancos?
Mito. Nada que se faça com a haste do fio modificará a sua formação pela raiz. Geralmente quem começou a pintar os cabelos mais cedo, o fez porque tinha tendência hereditária ao surgimento de fios brancos.
Não secar os cabelos após o banho faz cair os cabelos?
Mito. Deixar os cabelos molhados não os faz cair. Se fosse assim, os nadadores, que permanecem horas seguidas dentro da água seriam todos calvos.
Calvície tem tratamento?
Verdade. Já existe um tratamento com resultados significativos para interromper a queda dos cabelos e, até mesmo, fazê-los crescer novamente.
Arrancar 1 fio de cabelo branco faz nascer 2 no lugar?
Mito. Quando os fios de cabelo começam a ficar brancos, o processo ocorre gradativamente e outros fios vão ficar brancos também. A crença vem daí, a pessoa arranca o primeiro fio branco e quando se dá conta já surgiram outros, que iriam aparecer de qualquer forma, não porque aquele primeiro foi arrancado.
Lixar as unhas ao invés de cortá-las faz com que fiquem mais fortes ou cresçam mais rápido?
Mito. Cortar ou lixar não influi em nada o crescimento ou a resistência das unhas já que isso não interfere com a matriz da unha, que é a responsável pela sua formação.
Pintar as unhas de vermelho fortalece e acelera o crescimento?
Mito. O uso do esmalte não interfere na formação da unha pela matriz, portanto, não acelera seu crescimento nem a sua qualidade.
Unhas bem cortadas vão até o "sabugo"?
Mito. Deve-se sempre deixar uma fina borda de unha livre (aquela faixa branca da extremidade) para evitar danos ao leito da unha. Nas unhas dos pés deve-se deixar sempre os cantos maiores, cortando-se a unha "quadrada" de modo a evitar o encravamento.
Não se deve operar sinais senão podem virar câncer?
Mito. É frequente alguém dizer: "o fulano tinha um sinal que foi operar e virou um câncer. Não devia ter mexido...". Com toda certeza já era um câncer antes de ser operado. Operar um sinal ou pinta não provoca a sua transformação em câncer da pele.
Pintas e sinais podem virar câncer?
Verdade. Alguns tipos de sinais, como os nevos pigmentados (sinais escuros), podem se transformar em um câncer da pele chamado de melanoma.
Psoríase e vitiligo são doenças contagiosas?
Mito. A psoríase e o vitiligo não oferecem o menor risco de contágio para qualquer pessoa que entre em contato com os portadores da doença.
Psoríase e vitiligo não tem cura?
Mito. A psoríase e o vitiligo podem ser curados clinicamente, com o desaparecimento completo dos sintomas e recuperação total da pele. Entretanto, não se pode afirmar que a doença nunca mais voltará a manifestar seus sintomas.
Estrias não tem cura?
Verdade. As estrias são irreversíveis, e os tratamentos disponíveis (mesoterapia, subcisão, dermoabrasão, peelings e uso de certos tipos de ácidos ou laser) apenas visam melhorar o aspecto das lesões tornando-as mais semelhantes ao tecido sadio ao redor. Nenhum tipo de tratamento pode, ainda, fazer a pele voltar ao que era antes.
Usar óleo de amêndoas para hidratar a pele evita as estrias da gravidez?
Mito. As estrias ocorrem em pessoas com tendência a elas. Mulheres que usaram hidratantes podem ter estrias e mulheres que não usaram podem não ter. De qualquer forma, recomenda-se a hidratação profunda da pele pois pode ajudar a evitá-las, mas não são a certeza de que elas não vão aparecer.
Cremes para estrias funcionam?
Mito. Os cremes para estrias atualmente comercializados não acabam com as estrias porque elas são irreversíveis. Mesmo os cremes a base de ácidos, formulados pelos médicos, e que são mais ativos que as substâncias presentes nos cremes comerciais, tem apenas um efeito de melhora sobre o aspecto das estrias.
Banho demais faz mal à pele?
Verdade. A água não faz mal à pele porém, o uso excessivo de sabonetes pode retirar a camada de oleosidade necessária para a manutenção da integridade da pele, causando o seu ressecamento, especialmente nos idosos e em cidades com clima seco.
Banhos quentes aumentam a oleosidade da pele?
Verdade. Em pessoas com pele oleosa, a água quente pode estimular a secreção de mais oleosidade nas áreas de pele oleosa.
Passar soro fisiológico na pele faz bem?
Mito. Soro fisiológico é apenas água e sal, não tem qualquer efeito benéfico para a pele.
As simpatias para tratar verrugas funcionam?
Verdade. As simpatias podem funcionar para algumas pessoas. As verrugas são doenças causadas por vírus. As simpatias provocam uma auto-sugestão de que a pessoa vai ficar curada. Isto pode estimular seu sistema imune a combater os vírus, eliminando as verrugas.
Os cremes auto-bronzeadores fazem mal à pele?
Mito. A não ser que a pessoa tenha alergia ao produto que está utiliza
ndo, os cremes bronzeadores não fazem mal à pele, pois apenas pigmentam a última camada da epiderme, conferindo coloração semelhante ao bronzeado.
Câmaras de bronzeamento fazem mal à pele?Verdade. A exposição aos raios ultra violeta provenientes do sol ou das câmaras de bronzeamento são danosos à pele, desencadeando o fotoenvelhecimento e predispondo-a ao câncer de pele.
Acima do FPS 15 todos os filtros solares são iguais?
Mito. Com um protetor solar FPS 15, a pele leva um tempo 15 vezes maior para se queimar do que sem proteção nenhuma. Com FPS 30, este tempo é 30 vezes maior, e assim por diante.
Desodorante anti-transpirante provoca câncer de mama?
Mito. Não existe nenhuma relação entre o uso do desodorante anti-transpirante e o surgimento de câncer de mama. Este tipo de desodorante pode provocar um quadro obstrutivo das glândulas sudoríparas das axilas, formando nódulos inflamados e dolorosos na região.
Pele oleosa envelhece menos?
Verdade. A pele oleosa é mais resistente à ação dos raios ultra-violeta do sol e sofre menos os seus efeitos danosos, principais responsáveis pelo envelhecimento cutâneo.
Usar hidratantes após o sol evita o envelhecimento da pele?
Mito. A hidratação não vai evitar o envelhecimento da pele, combaterá apenas o seu ressecamento.
Proteger a pele do sol no dia a dia pode retardar o surgimento das rugas?
Verdade. A principal causa do envelhecimento da pele é a sua exposição aos raios ultra-violeta do sol (fotoenvelhecimento) e o uso frequente de proteção solar retarda o envelhecimento cutâneo.
O Botox (toxina botulínica) deixa a pessoa sem expressão?
Mito. Quando o procedimento é realizado sem exagero, tratando apenas os grupamentos musculares que produzem mais rugas, a expressão da pessoa não é afetada. Vale a pena lembrar que nem todas as pessoas formam "pés de galinha" ao sorrir, portanto, porque o uso do Botox tiraria a expressão?
Lixar os calos vai fazer com que eles desapareçam?
Mito. O calo é uma resposta da pele a um traumatismo constante. A pele engrossa para se tornar mais resistente. Lixar o calo vai apenas desbastá-lo, afinando a pele, no entanto, o calo voltará a crescer se a sua causa não for eliminada.
A pele negra envelhece mais devagar?
Verdade. Como o principal responsável pelo envelhecimento da pele é o sol e a pele negra é mais resistente a ele, ela demora mais para envelhecer.
Pessoas de pele escura não têm câncer da pele?
Mito. Apesar de pessoas de pele escura (fototipos V e VI) terem maior proteção contra a radiação ultra-violeta, também podem ser acometidas pelo câncer da pele, apesar da incidência ser bem menor do que nas pessoas de pele clara.
As fitas adesivas para tirar cravos funcionam?
Verdade. Mas funcionam apenas naquelas pessoas que tem cravos grandes, com ponta preta exposta. Para aqueles pontinhos escuros bem fininhos é melhor o uso de sabonetes abrasivos diariamente em leve massagem.
Cremes podem acabar de vez com a celulite?
Mito. Os cremes para celulite não tem a capacidade de alterar a estrutura do tecido gorduroso e o seu uso exclusivo não vai acabar de vez com a celulite. O tratamento da celulite depende de mudanças de hábitos alimentares e de saúde.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Alerta sobre as injeções de óleo de girassol em Clínicas de Estética
Um novo tratamento tem sido oferecido por algumas clínicas de estética para atrair clientes que querem perder gordura sem esforço e sem se submeter a uma cirurgia: a injeção de enzimas extraídas do girassol.
Óleo extraído da planta reduziria a gordura
A substância é sintetizada em laboratório e tem sido indicada para aplicação em área de gordura localizada mas entidades como o Conselho Federal de Medicina (CFM), Anvisa e Sociedades de Endocrinologia e Dermatologia desaprovam este tipo de procedimento.
Os profissionais de estética que aplicam as injeções de enzimas (ou lipossomas) de girassol dizem que esta substância quebra a gordura que, em seguida, é eliminada na urina, sem sobrecarregar os rins e outros órgãos.
Ainda afirmam que as injeções não causam efeitos colaterais e não tem relação com o proibido lipostabil, banido pela Anvisa por causa dos seus efeitos adversos. O pacote de aplicações custa cerca de R$ 2 mil.
Anvisa e CFM não aprovam
A Anvisa não reconhece e não registra produtos com os nomes "enzimas ou lipossoma de girassol" para a perda de gordura localizada e diz que cabe à vigilância sanitária de cada estado fiscalizar e notificar possíveis abusos.
O CFM também não aprova e diz que repete-se o erro cometido quando se disseminou a injeção subcutânea de polifenóis da alcachofra e que resultou em verdadeiros desastres, inclusive com a contaminação por bactérias resistentes.
Diz também que não há evidência científica sobre esta pseudoterapêutica e que é mais um dos modismos da denominada medicina estética. O CFM recomenda que anúncios desse tipo de tratamento sejam encaminhados ao Conselho Regional de Medicina para providências quanto ao Código de Ética Médica.
Tratamento não tem comprovação científica
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia informa desconhecer qualquer evidência científica que justifique o tratamento e a Sociedade Brasileira de Dermatologia diz não ter conhecimento de estudo em revistas de grande impacto científico sobre o uso de lipossomas de girassol injetável para tratar gordura localizada.
Fonte: Jornal O Globo (14/04/2011)
Óleo extraído da planta reduziria a gordura
A substância é sintetizada em laboratório e tem sido indicada para aplicação em área de gordura localizada mas entidades como o Conselho Federal de Medicina (CFM), Anvisa e Sociedades de Endocrinologia e Dermatologia desaprovam este tipo de procedimento.
Os profissionais de estética que aplicam as injeções de enzimas (ou lipossomas) de girassol dizem que esta substância quebra a gordura que, em seguida, é eliminada na urina, sem sobrecarregar os rins e outros órgãos.
Ainda afirmam que as injeções não causam efeitos colaterais e não tem relação com o proibido lipostabil, banido pela Anvisa por causa dos seus efeitos adversos. O pacote de aplicações custa cerca de R$ 2 mil.
Anvisa e CFM não aprovam
A Anvisa não reconhece e não registra produtos com os nomes "enzimas ou lipossoma de girassol" para a perda de gordura localizada e diz que cabe à vigilância sanitária de cada estado fiscalizar e notificar possíveis abusos.
O CFM também não aprova e diz que repete-se o erro cometido quando se disseminou a injeção subcutânea de polifenóis da alcachofra e que resultou em verdadeiros desastres, inclusive com a contaminação por bactérias resistentes.
Diz também que não há evidência científica sobre esta pseudoterapêutica e que é mais um dos modismos da denominada medicina estética. O CFM recomenda que anúncios desse tipo de tratamento sejam encaminhados ao Conselho Regional de Medicina para providências quanto ao Código de Ética Médica.
Tratamento não tem comprovação científica
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia informa desconhecer qualquer evidência científica que justifique o tratamento e a Sociedade Brasileira de Dermatologia diz não ter conhecimento de estudo em revistas de grande impacto científico sobre o uso de lipossomas de girassol injetável para tratar gordura localizada.
Fonte: Jornal O Globo (14/04/2011)
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Europa proíbe técnicas contra celulite e gordura localizada

Tratamentos que prometem acabar com a celulite e a gordura localizada, como mesoterapia (injeção de medicamentos sob a pele), laser, carboxiterapia (injeção de gás carbônico sob a pele), radiofrequência e ultrassom, podem estar com os dias contados na Europa.
A França decidiu proibir a aplicação de algumas dessas técnicas por causa dos riscos à saúde e a Espanha deve aumentar as restrições.
Prática precisa ser regulamentada
Apesar de protestos de profissionais que trabalham com a área, a União Européia prepara um decreto para regulamentar a prática, que cresce no vácuo legal.
O Brasil vai na mesma linha e o Conselho Federal de Medicina (CFM), está elaborando um manual de publicidade médica para coibir os abusos na chamada medicina estética, especialidade que não é reconhecida pelo CFM.
O Ministério da Saúde da Espanha está consultando autoridades francesas para saber os motivos dos vetos a procedimentos alternativos à plástica e associações de médicos e pacientes exigem a elaboração de normas determinando quem, como e onde as técnicas podem ser aplicadas.
O problema é que certos métodos contra a gordura localizada, como mesoterapia e aplicação de ondas ultrassônicas, não são considerados atos médicos na maioria dos países.
Quebra da gordura é um dos alvos da proibição
Um dos alvos da proibição é a lipólise, a quebra de gordura e a sua degradação, feita por meio de injeções de uma mistura de água destilada, bicarbonato de sódio e cloreto de sódio.
O governo francês também proibiu a carboxiterapia. Esta técnica, popular no Brasil, injeta dióxido de carbono na área tratada para romper as células de gordura. E vetou ainda a lipólise com laser transcutâneo, se não for acompanhada de lipoaspiração.
Complicações graves na França
Na França, a Alta Autoridade de Saúde do país definiu os tratamentos como arriscados e relatou complicações graves em 23 pacientes submetidos a ultrassom contra celulite e gordura localizada.
Eles sofreram necrose, hematomas ou tromboses. Dez precisaram de cirurgia para se recuperarem dos danos.
Uso da fosfatidilcolina (Lipostabil) já é proibido no Brasil
A França também proibiu a mesoterapia, porque a técnica pode causar sérias infecções. E vetou ainda técnicas que usam produtos lipolíticos, como a fosfatidilcolina (lipostabil), que pode causar hematomas, edemas, nódulos e alergias. No Brasil, o uso do lipostabil para fins estéticos foi proibido pela ANVISA.
Na Espanha, a Associação de Defesa do Paciente, moveu ação judicial em defesa de 28 mulheres infectadas gravemente por uma bactéria num tratamento de mesoterapia. Elas tiveram que tomar antibióticos por um ano e algumas sofreram lesões irreversíveis.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia diz que é necessário fazer pesquisas sérias sobre evidência científica de segurança e eficácia de tratamentos estéticos.
A Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica diz que as técnicas não cirúrgicas contra a celulite e gordura localizada podem ter valor, se aplicadas com aparelhos e substâncias aprovadas pela ANVISA e respaldo da medicina baseada em evidências científicas.
Alerta, ainda, para os riscos de se submeter a técnicas invasivas com profissionais não habilitados e em ambientes sem condições de higiene.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Alergia a batons

Batons são amplamente utilizados na população, não só pelas mulheres como por homens, em especial em ambientes profissionais, onde muitas vezes é exigido o uso do cosmético.
A maioria das reações ocasionadas por batons é do tipo alergia de contato, localizada na área externa dos lábios, geralmente poupando a mucosa da boca. Em alguns casos, as lesões podem se espalhar pela face, na medida em que piora. Algumas pessoas usam o batom como blush em suas bochechas,ou mesmo como sombra em pálpebras, favorecendo com que a alergia surja em áreas inesperadas da face, confundindo o diagnóstico.
Principais Sensibilizantes
As substâncias que provocam a sensibilização são os corantes, perfumes, veículos e mais raramente, os excipientes. A eosina (tetrabromofluoresceína) é a substância que mais causa sensibilização.
Veículos: Lanolina, Cera de abelha, Cera de carnaúba, Óleo de castor, Óleo de mamona
Corantes: Eosina, Tartrazina, Carmin, Fluoresceína, Ponceau
Fragrâncias: Óleo de bergamota, óleo de lavanda, essência de rosas
Outras substâncias: Bronopol, Parabenos, Resorcina e até mesmo os metais contidos nos estojos devem ser levados em conta.
A alergia aos batons surge de forma inesperada mesmo em pessoas que já faziam uso do cosmético e não da primeira vez, como se pensa. Os lábios ficam irritados, coçam muito, ardem. Vermelhidão e inchaço podem ocorrer. Com o passar do tempo, a alergia pode se agravar ocasionando uma reação de eczema no local.
O diagnóstico é feito pelo alergista analisando o histórico clínico e a rotina de maquiagerm da paciente. O exame clínico das lesões fundamenta a suspeita. A realização de testes de contato confirma a alergia e detecta as substâncias suspeitas.
O tratamento se baseia no afastamento do produto. A opção é o uso de batons hipoalergênicos, que não contém as mesmas substâncias, sendo bem aceitos pela maioria das consumidoras. Em geral, utilizam ingredientes vegetais, manteiga de Karitê e outras, sem as substâncias potencialmente alergênicas da maioria dos batons comuns. É importante ressaltar que o fato de um produto ser hipoalergênico não garante que não provocará alergia, mas a chance é bem menor.
Um caso famoso de alergia a cosméticos é a senadora Marina Silva, que dá uma dica interessante às alérgicas e vaidosas, que não abrem mão de um colorido nos lábios: raspas de beterraba aplicadas com pincel. E acrescenta: como a beterraba seca rápido, uma gota de óleo de coco dá um efeito “gloss” ao produto.
Dicas
- Hidrate os lábios
- Evite passar a língua para umedecer o lábio, pois a saliva provoca ressecamento.
- O uso de filtro solar protege a pele dos lábios da exposição ao sol.
- Utilize sempre produtos de fonte confiável, com registro de aprovação pela Anvisa.
Creche e doenças alérgicas

A vida moderna obriga as mães a colocarem seus bebês em creches cada vez mais cedo. E chega o outono a queixa começa a surgir: febre, tosse, catarro, numa sinfonia indesejável.
Mas, por que os bebês adoecem?
É preciso entender que o ser humano nasce indefeso. Na realidade, os anticorpos que
possui se originam da mãe, através da placenta na gravidez e do leite materno após o nascimento. Por isso é tão importante a amamentação no primeiro ano de vida.
A produção de anticorpos pelo bebê é lenta e começa mais tarde. É normal que a criança pequena, mesmo saudável, tenha uma imunidade imatura que só se resolverá com o passar do tempo, na medida em que o sistema de defesa adquire maior experiência frente às agressões. Nessa faixa de idade, a alergia não é a grande vilã na maioria das vezes. Mas pode ser uma importante coadjuvante.
Enfatizo que na maior parte das vezes, estas crianças não têm um problema sério de saúde e nem a imunidade baixa. Existem crianças que são portadoras de doenças do sistema imunológico (imunodeficiências). Mas, neste caso é diferente: o desenvolvimento infantil se altera, há uma nítida dificuldade para ganhar pêso, as infecções são severas, há necessidade de internação hospitalar e o restabelecimento é muito lento. Até a aparência da criança se altera pela doença.
Estamos falando de crianças normais e que passam por uma dificuldade própria de sua idade. Estudos comprovam que até os 4-5 anos de idade, é normal que uma criança tenha de 8-10 resfriados (viroses) por ano. Não há uma regra que sirva para todas as crianças. A maioria fica bem com o passar do tempo. Na verdade, nossos pais e avós tinham razão: o ideal seria começar a frequentar escolas por volta dos cinco anos. Mas é preciso viver a realidade de hoje. Então, vamos lá:
10 Dicas para pais e responsáveis
1. Ao procurar uma creche ou escola, verifique se as instalações se encontram dentro dos padrões estabelecidos pela vigilância sanitária municipal. Por exemplo, alguns dos principais fatores de disseminação das infecções respiratórias são a aglomeração de alunos numa sala de aula ou berçário de creche e o grau de ventilação e renovação de ar destes ambientes. Hoje em dia, é comum encontrarmos salas de aula e berçários de creches refrigerados. Se por um lado aumenta o conforto dos alunos, por outro diminui a ventilação e renovação de ar destes ambientes. Além disso, deve-se observar o grau de manutenção dos filtros dos condicionadores de ar, pois quando a limpeza é descuidada, pode contribuir para o agravo no aparelho respiratório das crianças.
2. Observe também a localização do colégio. Verifique se na vizinhança existem indústrias poluentes ou estabelecimentos de serviço que possam contribuir para piorar a qualidade do ar na localidade (oficinas para pintura automotiva, por exemplo).
3. Leve seu filho periodicamente ao pediatra, mesmo que esteja bem. Tanto faz que seja no serviço público, médico do convênio ou médico particular. Mas, sempre que possível, dê preferência que seja sempre o mesmo médico. Isto facilita muito as coisas já que além de haver um natural estreitamento de relações entre o médico, a criança e familiares, ele passará a conhecer melhor a criança, facilitando sobremaneira seu acompanhamento.
4. É importante ressaltar que o pediatra deve ser o maestro e poderá indicar o concurso de colegas de outras especialidades para auxílio no diagnóstico e tratamento. Se a criança for alérgica, é importante que o tratamento seja feito em harmonia com o alergista.
5. Nâo leve a criança para a creche ou escolinha se estiver febril, para evitar contaminar os coleguinhas.
6. Evite levar a criança ao pronto socorro ao primeiro sinal da febre. Se possível, ligue para o pediatra ou para o alergista e peça uma orientação.
7. Lembre-se: a boa saúde imunológica depende de vários fatores, incluindo uma alimentação saudável e balanceada (hortaliças, legumes, frutas, cereais, carnes, peixes, ovos, leite, etc...). Evite vícios alimentares (excesso de refrigerantes, frituras, fast food, guloseimas, etc.).
8. Mantenha a caderneta de vacinação de seu filho em dia. Quando indicado, o médico poderá prescrever vacinas adicionais. Por exemplo, crianças alérgicas se beneficiarão com a vacina anual para gripe.
9. Dentro de casa não exponha seu filho a fumaça do cigarro. Não fume e não deixe que fumem em sua casa ou junto à criança.
10. Esportes e vida ao ar livre são muito positivos. Mas, cuidado com a natação! Trata-se de um excelente exercício aeróbico desenvolvendo bastante a capacidade respiratória. O problema é que crianças alérgicas portadoras de rinite alérgica descompensada, asma não controlada e dermatite atópica podem piorar sua alergia, seja pelo exercício físico seja pelo contato com água clorada.
Quem tem piscina em casa sabe que durante o verão há necessidade de se clorar mais a água seja pela maior utilização da piscina como também pela maior evaporação do cloro em decorrência da maior insolação da estação. Saiba também que as tais “piscinas salinizadas” apesar de terem uma quantidade de cloro menor que as que recebem tratamento tradicional não são totalmente isentas deste sal. Ou seja, cada caso é um caso! Por isso, antes de iniciar a prática do esporte, converse a respeito com o alergista.
Enfim, pequenos cuidados podem no final fazer uma grande diferença. E, o mais importante, mantenha um diálogo saudável com a equipe escolar, esclareça dúvidas, informe sobre os remédios e sobre as necessidades médicas da criança.
Texto = Blog da Alergia
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Orientações para diminuir a coceira e irritação da pele

Cuidados com o banho
Embora o banho possa gerar um desconforto nos casos de dermatite moderada ou grave ele é fundamental para a hidratação da pele, remoção de toxinas e restos de descamação.
Entretanto alguns cuidados devem ser tomados:
- O banho deve ser rápido (durar no máximo 10 minutos)
- Se possível pode ser de banheira, pois o jato do chuveiro pode agredir a pele e tornar o processo desconfortável
- Use pouco sabonete, pois mesmo sabonetes com pouca alergenicidade podem agredir a pele
- Nunca use bucha ou esponjas!
- Seque-se sem esfregar a toalha
- Aplique rapidamente o emoliente (o nome mais correto do hidratante). Alguns pesquisadores afirmam que este processo deve ser realizado em até 3 minutos após a secagem. Estes produtos têm, na verdade, uma fina camada de gordura que impede a perda de água da pele.
Cuidados com o vestuário
- Vista-se com roupas leves, lavadas sem amaciantes e sem sabões que deixem resíduos
- Evite roupas sintéticas, justas ou que facilitem a sudorese
- Evite roupas novas muito coloridas, lave-as antes de usar
Foliculite queloideana da nuca

A foliculite queloideana da nuca é uma forma crônica (de longa duração) de foliculite que resulta em cicatrizes queloideanas. A doença atinge quase exclusivamente homens jovens afrodescendentes e afeta principalmente a região posterior da cabeça e do pescoço.
A causa exata da doença permanece obscura mas estima-se que a irritação crônica e o encravamento de pelos grossos e curvados, podem estar relacionados com o desenvolvimento do quadro. Esta hipótese baseia-se no fato de que as lesões são agravadas pela raspagem ou pela irritação decorrente do atrito constante da gola das camisas nestas áreas, que leva à quebra dos fios. Homens que cortam os cabelos muito rentes à pele apresentam risco maior de desenvolver a enfermidade.
A doença se manifesta inicialmente formando lesões de foliculite, com pústulas (bolhinhas de pus) e pápulas (lesões elevadas) inflamatórias envolvendo os pelos da região posterior da cabeça e da nuca. O quadro geralmente se acompanha de coceira.
Com a persistência da foliculite, surgem mais pápulas e pústulas, que coalescem e, ao cicatrizar, dão origem à formação de placas queloideanas que aumentam de tamanho lentamente.
As áreas afetadas apresentam-se sem cabelos, mas fios partidos ou encravados podem ser observados entre as lesões queloideanas e nas margens das placas. As lesões são desfigurantes e podem ser dolorosas. Em casos avançados, pode ocorrer a formação de abscessos e fístulas que eliminam pus.
Tratamento
Para prevenir o agravamento da doença, os pacientes devem evitar cortes muito curtos do cabelo ou a raspagem dos pelos da região, assim como o uso de vestuário que possa provocar a quebra dos fios.
O tratamento deve ser iniciado tão logo apareçam os primeiros sintomas para se evitar a progressão da doença para o quadro queloideano, de controle mais difícil.
Medicações antibióticas e antiinflamatórias de uso local podem ser utilizadas nas fases iniciais. Nas fases mais avançadas, pode ser necessário o uso de antibióticos ou corticosteróides por via oral, assim como a infiltração intralesional de corticosteróides.
A isotretinoína, medicação utilizada para o tratamento da acne grave, também pode ser uma opção de tratamento para casos resistentes e, até mesmo, a radioterapia. Algumas lesões podem necessitar de drenagem cirúrgica.
O tratamento mais adequado para cada caso deve ser determinado pelo médico dermatologista.
Miliária ("Brotoeja")

A miliária se apresenta como uma erupção cutânea relacionada com as glândulas sudoríparas (que produzem o suor). Afeta principalmente as crianças, mas também pode atingir os adultos.
O quadro está relacionado com o aumento do calor e da produção do suor que, extravasando dentro da pele, antes de atingir a superfície, provoca um processo inflamatório.
A localização mais comum é o tronco e a região cervical.
As lesões geralmente são acompanhadas por coceira. Formam-se "bolinhas avermelhadas" ou vesículas (pequeninas bolhas) sobre pele avermelhada, podendo, em alguns casos, formar lesões mais exuberantes.
Devido à coceira, a pele pode apresentar sinais de escoriação e pequeninas crostas sobre as lesões, devido à ruptura das bolhas pela coçadura.
É comum a ocorrência de infecção secundária à doença, com o surgimento de pústulas (bolhas de pus) ou nódulos dolorosos.
Tratamento
Para evitar a miliária deve-se usar roupas frescas, tomar banhos frios e se proteger do calor, evitando o excesso de suor. O ar condicionado é um grande aliado no combate à doença.
Deve-se evitar o excesso de roupas nas crianças pequenas, principalmente nos recém-nascidos, hábito comum entre mães com preocupação excessiva em agasalhar seus filhos.
A miliária e as infecções secundárias que podem acompanhar a doença têm tratamento, que será determinado pelo médico dermatologista, de acordo com cada caso.
Bromidrose (cecê, chulé)

Bromidrose é o suor com cheiro desagradável, que ocorre nas axilas ou nos pés. A causa é a atuação de bactérias presentes nestas regiões sobre o suor, provocando o odor característico.
A manifestação clínica é o odor fétido exalado por estas regiões do corpo após situações que provoquem a sudorese. Nos pés, podem acompanhar o quadro a maceração (aspecto esbranquiçado da pele) ou descamação da pele.

Para evitar a bromidrose, as orientações abaixo devem ser seguidas:
* Lavar os locais afetados, ensaboando bem e dando preferência a sabonetes antissépticos
* Secar bem a pele após o banho, especialmente entre os dedos dos pés
* Trocar as roupas e meias diariamente
* Evitar o uso de tecidos sintéticos, dando preferência ao algodão
* Preferir calçados abertos
* Colocar os calçados no sol e mantê-los sempre limpos
* Evitar deixar a pele úmida por muito tempo
O tratamento visa diminuir a população bacteriana nos locais afetados e, assim, controlar sua atuação sobre a secreção sudoral.
Pode ser feito com o uso de produtos sob a forma de talcos, sprays ou cremes contendo antibióticos e outras substâncias que dificultam o crescimento das bactérias. Em caso de excesso de suor, a hiperidrose, pode-se associar substâncias anti-transpirantes. Para a indicação do produto mais adequado, deve-se procurar o médico dermatologista.
Larva migrans ("Bicho Geográfico")

A larva migrans, conhecida vulgarmente como bicho geográfico, é uma doença causada por parasitas intestinais do cão e do gato. Ao defecar na terra ou areia, os ovos eliminados nas fezes transformam-se em larvas. Estas, penetram na pele do homem causando a doença.
Por estar em pele humana, a larva não consegue se aprofundar para atingir o intestino (o que ocorreria no cão e no gato), e caminha sob a pele formando um túnel tortuoso e avermelhado. Mais comum em crianças, as lesões são geralmente acompanhadas de muita coceira. Os locais mais comumente atingidos são os pés e as nádegas. Pode ocorrer como lesão única ou múltiplas lesões. Devido ao ato de coçar é frequente a infecção secundária das lesões.
Dependendo da extensão da doença, o tratamento pode ser feito por via oral para os casos mais extensos ou com o uso de medicação tópica nos casos mais brandos. Para prevenir a infecção pela larva migrans deve-se evitar andar descalço em locais frequentados por cães e gatos e cobrir as caixas de areia durante a noite para evitar sua utilização por gatos para defecar. Recolha as fezes de seu cachorro e estimule os outros donos de animais a fazerem o mesmo. Não leve animais para a praia.
Assinar:
Postagens (Atom)
